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ÍNDIA 


Em pleno século 21, a terra de figuras inspiradoras como Buda e Gandhi ainda mantém suas cores e misticismo, motivando viagens que vão muito além das mundanas excursões turísticas. Porém, em fervilhante e constante mutação, a Índia de hoje também mira o futuro inspirando-se como nunca na imagem de magnatas como Lakshimi Mittal e Ratan Tata. Empreendedorismo com espiritualidade, uma combinação bem moderna.
Uma pequena amostra dessa impressionante nação de mais de um bilhão de habitantes, dezenas de idiomas e religiões é dada no triângulo de ouro, a rota entre a capital, Nova Déli, a linda Agra e Jaipur, no coração do estado do Rajastão. 

Em Nova Délhi há um encontro marcado com um cenário pluricultural, caótico e vibrante, misturando burocratas governamentais, jovens esperançosos e executivos de multinacionais. Barulhenta e com um tráfego urbano tão conturbado quanto nossas cidades (nos piores dias), a cidade mantém espaços monumentais como a grande mesquita de Jama Masjid, o imponente Forte Red e uma vida cotidiana agitada, repleta de cafés, lojas e restaurantes, em Connaught Place. Por fim, nenhuma viagem à Índia é completa sem assistir ao nascer do sol às margens do rio Ganges, em Varanasi (Benares). Enfim, a Índia testa todos seus sentidos ao máximo, provocando sensações extremas e fascinação, paixão e desconfiança. Mas, logo você perceberá, ninguém fica indiferente a ela. 

Para dez dias de fortes sensações, passe dois dias conhecendo a face moderna da Índia em Nova Délhi antes de tomar a caótica auto-estrada para Jaipur. Reserve pelo menos três dias no Rajastão para deliciar-se com os mercados locais e o colorido das ruas. Siga para Agra e não perca o nascer do sol no Taj Mahal antes de visitar o deslumbrante Forte Agra. Invista um dia em Khajuraho e rume para Varanasi, que merece dois dias para você perder-se em suas vielas estreitas e instigantes templos. Para acalmar a mente, o corpo e os sentidos, nada como as praias de Goa, onde a vigorosa massagem ayurvedica te fará descobrir músculos que você nem desconfiava que existiam. 

VANCOUVER 


Se Toronto for a São Paulo do Canadá, Vancouver é o Rio de Janeiro. Uma daquelas cidades que é bonita sem fazer esforço, Vancouver é abençoada por mar, montanhas, florestas e rios. Aqui se vive sempre com um pé nas delícias de uma vida urbana sofisticada e outro na natureza. Talvez por isso Vancouver tenha sido eleita a melhor cidade do mundo para se viver pela revista The Economist em 2011. 

Sede das Olimpíadas de Inverno de 2010, Vancouver conta com três principais montanhas – Grouse, Cypress e Seymour – onde se pode fazer trilhas durante o verão e esquiar no inverno. O mais amado espaço verde de Vancouver, porém, é o Stanley Park, parque a passos do centro da cidade famoso por um caminho a beira do mar de mais de oito quilômetros e o renomado Vancouver Aquarium, lar para diversos animais marinhos. A cidade também é ponto de partida ideal para explorar a região, como as florestas da grande ilha de Vancouver e os fiordes que recortam o litoral. Isso para não mencionar a proximidade da cidade com alguns dos melhores resorts de esqui do planeta, em Whistler. Depois de sua natureza, o aspecto mais marcante de Vancouver é sua gente. Aqui se encontra pessoas de todos os cantos do mundo devido ao grande incentivo canadense à imigração. Esta diversidade está refletida nos restaurantes que existem na cidade, com destaque para os restaurantes chineses. Há quem garanta que Vancouver tem a melhor comida chinesa deste lado do Pacífico. 

Natureza, esporte e boa comida: Vancouver é realmente para quem gosta dos prazeres da vida. 

buenos aires


O destino internacional número 1 para os brasileiros é uma mistura de charme, boa mesa e excelentes opções de compras. Mas Buenos Aires não é só isso. 
No começo do século 20, a Argentina era um dos países mais ricos do planeta e Buenos Aires o porto pelo qual entravam e saíam produtos que geravam essa imensa riqueza. Junto às antigas docas encontram-se duas das atrações mais importantes da cidade, o hype dos brasileiros Puerto Madero e o bairro de La Boca, com o inconfundível Caminito e o estádio La Bombonera.  

Uma das consequências mais claras da pujança econômica portenha fica clara em seu perfil urbano monumental, repleto de parques bem planejados, edifícios burgueses em estilo neoclássico e agradáveis ruas arborizadas. A isso ainda foram somados teatros belíssimos, como o Colón, junto à ampla Avenida Nove de Julio, e uma miríade de cafés que traziam reminiscências de Paris, palco de acalorados debates intelectuais. Outro hábito que mistura gastronomia com excelentes conversas manteve-se em torno das mesas de seus restaurantes, sejam em casas que servem a clássica parrillada - o variado churrasco local, opções de pasta que não se encontram fora da Itália, empanadas divinas ou um dos mais cremosos sorvetes que você terá a benção de experimentar. Tamanha variedade também encontra-se  nas opções de compras. Em Palermo estão ateliers com objetos de design arrebatador, em grandes centros, como as Galerias Pacífico, você encontra as grandes marcas e em livrarias como a espetacular El Ateneo Grand Splendid você terá o melhor da literatura ibero-americana. Tudo a preços provocadoramente atraentes. 

Mas não é só isso. Buenos Aires é fácil de ser explorada a pé ou com táxi. Aproveite para se perder por suas ruas e deparar-se ora com praças com lindos gramados ora com edifícios históricos como a Casa Rosada e a Catedral metropolitana. Estarão lá também lojinhas simpáticas em San Telmo, ricos museus como o MALBA ou cemitérios como o da Recoleta, onde repousa Evita. E, sem deixar de lado a paixão que nos une, não deixe de ir ao derby River-Boca e compreender o que é paixão desmedida. 

costa rica


Revoadas de pelicano fazem companhias aos surfistas até nas praias mais movimentadas. Iguanas gigantes estão por todos os lados. Em plena autopista, é possível parar sobre uma ponte e observar dezenas de crocodilos. Um oásis de estabilidade e relativa prosperidade, o que lhe rendeu o apelido de “Suíça da América Central”, a Costa Rica é  o país com maior porcentagem de território regido por leis de proteção ambiental em todo o mundo, abrigando 5% da biodiversidade terrestre: são 35 parques nacionais (muitos deles com excelente e completa infraestrutura turística) e oito reservas biológicas, cujas superfícies somadas correspondem a 26% de seus 51 mil quilômetros quadrados. Em outras palavras, um dos melhores e mais cômodos lugares do globo para o ecoturismo. 

Pouco menor que o estado do Rio Grande do Norte, a Costa Rica se divide em três regiões radicalmente diferentes. Apenas 120 quilômetros separam as duas costas do país, entre os oceanos Pacífico e Atlântico, que somam juntas 1 228 quilômetros de praias, costões rochosos e manguezais e são separadas por uma coluna de cordilheiras. Isso significa que, sem desmanchar o penteado, em um mesmo dia é possível tomar café da manhã à beira do quente e úmido litoral do Caribe (o menos explorado do país), subir ao topo de um vulcão e chegar à árida costa do Pacífico (onde estão as praias mais conhecidas, como Tamarindo) a tempo de curtir o pôr do sol  - forte candidato ao mais perfeito da sua vida – de piña colada em mãos.